segunda-feira, 31 de março de 2014

Chapas à eleição suplementar estão formadas

Chapas formadas, mas apenas uma externou a sua composição. Em 4 de maio vindouro o eleitor mossoroense vai, mais uma vez, decidir quem governará Mossoró. O prefeito em exercício Francisco José Júnior (PSD) conta com o respaldo de 11 partidos políticos e poderá chegar a 13 até o sábado, quando o seu partido, PSD,  realizará convenção para homologar a candidatura dele ao Palácio da Resistência. Falou-se, antes, que o PT indicaria o vice, mas a entrada do PV na cota de apoio pode apresentar mudança. O nome já foi definido, mas será anunciado somente no sábado.

Do lado do PSB, a deputada estadual Larissa Rosado já fechou com o PMDB, que indicará o presidente da Câmara Municipal em exercício, vereador Alex Moacir, como vice. O acerto já vinha sendo trabalhado há algum tempo, mas a concretização da chapa foi anunciada na sexta-feira passada, quando o PMDB apresentou o presidente da Câmara Federal, Henrique Eduardo Alves, como pré-candidato ao Governo do Estado.

Do lado da prefeita afastada Cláudia Regina (DEM), parece que a chapa também está fechada. Agora a pouco houve reunião na casa dela, no Nova Betânia. Participaram, além de Cláudia, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) e a empresária Ceiça Praxedes. Tudo indica que a coligação DEM/PR/PP será oficializada no domingo, dia 6.

sábado, 29 de março de 2014

PMDB de Mossoró com dois lados

Quem levará a melhor na disputa pela Prefeitura de Mossoró em caso de eleições suplementares? Ninguém tem a resposta. O que se pode perguntar, até agora, envolve o PMDB. Quem levará a melhor? Os peemedebistas que estão com o PSB ou os peemedebistas que estão com o prefeito em exercício Francisco José Júnior (PSD)?

O PMDB dos Alves foi bem claro ao afirmar à ex-prefeita Fafá Rosado que a ida do partido ao PSB, no caso de Mossoró, atende um capricho da ex-governadora Wilma de Faria (PSB), que fez valer pleito externado pela deputada federal Sandra Rosado (PSB). E vem a questão: em 2012, o mesmo PSB fez pressão para que o PT desistisse da candidatura própria e indicasse o vice de Larissa Rosado. Agora, quando o PMDB local tinha a perspectiva de lançar candidato a prefeito na eleição suplementar, a mesma tática. E lá vai o vereador Alex Moacir pro "sacrifício". A estratégia, embora tenha os mesmos moldes do que já se viu, pode dar algum resultado. Mas não é certeza.

Assim sendo, a ex-prefeita Fafá Rosado não aceitou o que informou o ministro Garibaldi Alves Filho: não vai pras bandas do PSB. Não tem clima. E Fafá foi além disso: não foi ao evento político realizado na tarde da sexta-feira última, em Natal, o qual tornou pública a candidatura do presidente da Câmara Federal, Henrique Eduardo Alves (PMDB), ao Governo do Estado.

O que se evidenciou foi o seguinte: o PMDB mossoroense se dividiu e vai medir forças na eleição suplementar marcada para o dia 4 de maio próximo. Fafá aposta as fichas na vitória do prefeito em exercício. Alex Moacir e a presidente local da legenda, vereadora Izabel Montenegro, na ascensão de Larissa Rosado ao Palácio da Resistência.

Em tese, quem está no Palácio da Resistência leva a vantagem. É sabido que, por baixo, qualquer postulante a prefeito sai com 30% de vantagem. Se Francisco José Júnior vai confirmar a teoria, as urnas dirão. Evidentemente que tudo depende de estratégia que envolve marketing, comunicação e, obviamente, a conquista do eleitor.

Saliente-se que a questão do PMDB é delicada em Mossoró. Como os seus líderes vão explicar o fato de que estão apoiando uma candidata que foi responsável pelo afastamento do próprio PMDB do Executivo? Sim, pois os peemedebistas estavam representados na Prefeitura de Mossoró por meio do advogado Wellington Filho - companheiro de chapa de Cláudia Regina (DEM) em 2012. Como o PMDB vai dizer que o PSB é melhor se em 2012 afirmou que o DEM era o melhor? E, principalmente, como explicar ao eleitor a divisão local?

Como se percebe, são perguntas que colocam o PMDB em dúvida. O blog, contudo, entende que as questões postas neste espaço serão respondidas ao longo da curta campanha que pode vir. Afinal, apesar de se ter calendário eleitoral posto, a realização do pleito em 4 de maio ainda depende do aval do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Mas o jogo ainda vai ser jogado. Pelo sim, pelo não, o calendário eleitoral existe. E nas convenções que serão realizadas no próximo final de semana se saberá quem, verdadeiramente, está com quem. Todos serão obrigados a tomarem posições e a externarem de qual lado estão.

sexta-feira, 28 de março de 2014

O candidato a vice pode ser o titular na chapa?

O blog não acredita em única via para ser cabeça de qualquer chapa. Se o candidato a vice tem potencial para somar, por qual motivo não poderia ser o candidato a titular ao cargo? Eis a questão. Isso é para comentar acerca dos entendimentos que norteiam a composição da chapa PSB/PMDB às eleições suplementares de Mossoró (se houver). Estão Larissa Rosado (PSB) e Alex Moacir (PMDB) nas especulações quase concretizadas. Com direito a ida a Brasília e foto do encontro com o presidente da Câmara Federal, Henrique Eduardo Alves - comandante estadual do PMDB.

Ocorre que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou recursos de Larissa Rosado acerca de processos eleitorais por uso indevido dos meios de comunicação pertencentes à família dela. E manteve multa. Até aí, tudo normal. Mas a situação é que todos os processos que se relacionam à aplicação de multa embasam duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE's) contra Larissa, as quais foram julgadas procedentes pelo juízo de primeiro grau e mantidas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Essas AIJE's culminaram com a cassação do registro de candidatura de Larissa e a tornaram inelegível por oito anos.

Ela, obviamente, está questionando a manutenção da sentença pelo TRE. E seus advogados acionaram o TSE, que ainda não apreciou as AIJE's. E, evidentemente, já que não existe o transitado em julgado, Larissa quer disputar a Prefeitura de Mossoró novamente. Mas o indicativo do TSE, pela manutenção das multas, freou os ânimos. E fala-se em substituição do nome dela pelo irmão, vereador Lairinho Rosado (PSB) ou da mãe, deputada federal Sandra Rosado (PSB).

A dúvida é: se Larissa não puder ser candidata, o PSB topará apoiar o nome de Alex Moacir? E aqui entra a questão posta no primeiro parágrafo deste post.

Como está todo mundo cansado de saber que não se teria essa possibilidade, fica a certeza que não existe projeto político. O lance é familiar mesmo. Da última vez que o grupo de Sandra Rosado abriu mão de indicar alguém fora do eixo do "Sandrismo" foi em 2000, quando indicou Fafá Rosado como candidata contra Rosalba Ciarlini. Dois anos depois, Fafá se filiou ao DEM e em 2004 foi eleita prefeita e derrotando Larissa Rosado. Sandra, pelo visto, não quer repetir o mesmo erro". Daí a história de que se Larissa não puder, vai ela ou Lairinho Rosado. Assim não terá perigo de perder Lairinho para outro partido. Só se ela, Sandra for (mudar de legenda). E assim sendo, a família inteira a acompanha.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Onde estão os 'companheiros leais' de Rosalba?

Ricardo Motta, ao discursar, falou em 'companheiros leais'. Onde estão???
O presidente da Câmara Federal, deputado Henrique Eduardo Alves – que comanda o PMDB potiguar – aposta na memória curta do eleitor. Mas nem todos têm lapsos ou sofrem do mal de Alzheimer. Basta uma pesquisada no Google para comprovar o que o blog quer dizer. Em 9 de maio de 2012, quando se deu a inauguração do Hospital da Mulher de Mossoró, o palanque esteve cheio: o presidente da Assembleia Legislativa, Ricardo Motta, ministro Garibaldi Filho, deputados estaduais... E Henrique. Além do José Agripino (DEM).

Todos, sem exceção, levantaram a bola de Rosalba. Discurso de quem queria algo. Daquele que enche o ego de qualquer pessoa. E do tipo: “governadora séria, honesta...”, “a governadora tem enfrentado o pão que o diabo amassou” ou ainda “Rosalba herdou o Estado quebrado” foram palavras ditas pelas autoridades presentes ao evento.

E o blog foi atrás de informações daquele ano. E encontrou uma que achou interessante: uma declaração feita por Henrique Eduardo Alves. Diz assim: “Henrique (...) parabenizou a governadora pela conquista e enalteceu a coragem e a ousadia de Rosalba Ciarlini, que em 60 dias entregou o Hospital Materno-Infantil ao Oeste e que atenderá também pacientes da região do Vale do Açu. ‘Isso é só o começo. Vamos cobrar do Ministério da Saúde. Mostrar que se a senhora governadora cumpriu a sua parte, ao lado da prefeita Fafá Rosado, e asseguro que o Governo Federal vai somar e chegar à saúde de Mossoró.”

E tem outro, desta vez de José Agripino: “Podem ter certeza de uma coisa: Rosalba vai ser a grande Governadora do Rio Grande do Norte”. E mais outro, de Ricardo Motta: “Governadora, vá em frente. A senhora tem companheiros leais para ajudar a defender os interesses do Rio Grande do Norte.”

Hoje, dois anos depois, a história é outra. A governadora não teve o apoio de Henrique e deixou de ser a esperança dita por José Agripino. Os “companheiros leais” apontados por Ricardo Motta sumiram. Não se fala mais na seriedade da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), na sua honestidade ou na famosa “herança maldita”. Os que estavam naquele palanque em março de 2012 viraram as costas. O velho ditado “cuspiram no prato que comeram”.

Agora Henrique, Garibaldi, Ricardo Motta e até José Agripino enxergam perfeitamente bem. Devem ter feito alguma cirurgia oftalmológica. Livraram-se das cataratas que atrapalhavam a visão. Hoje possuem visão perfeita e enxergam além do alcance. Tipo Tandercat’s.

E a “espada justiceira” que eles usam é o chapão. Até a velha história de “herança maldita”, deixada pela ex-governadora Wilma de Faria (PSB), não existe mais. Afinal, Wilma faz parte do jogo imaginado por Henrique.

Afina, Henrique Alves quer porque quer ser governador do Rio Grande do Norte. Nem que para isso ele faça igual aos demais e deixe de ser o diferencial: esqueça suas palavras. E o blog vai mais além: se Henrique esqueceu o que disse, como confiar no que ele vai dizer em campanha?

Gilberto Diógenes mostra que 'manda' no Sindserpum


Foi bom enquanto durou... Para Marilda Sousa. Presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (Sindserpum), Marilda tentou se manter no cargo, mas as eleições realizadas na quarta-feira última (26) mostraram que ela trilhou por caminhos errados e foi derrotada pela também sindicalista Marleide Cunha.

A gestão centralizadora de Marilda, a falta de comunicação e – dizem os membros da chapa 2 (vencedora) – falta de transparência foram os principais motivos para a atual presidente do Sindserpum ser derrotada nas urnas.

Marilda Sousa quis dar o grito de independência e se voltou contra o seu criador, sindicalista Gilberto Diógenes, de quem foi vice. Ele conseguiu eleger Marilda e estava na vice-presidência do sindicato.

Agora, insatisfeito com o tratamento dispensado pela presidente, ele se aliou a Marleide Cunha e topou ser candidato a vice. E mostrou que ele é quem dá as cartas no Sindiserpum.

terça-feira, 25 de março de 2014

Renato Fernandes: 'Nunca cuspi no prato que comi'

Uma das opções para o Democratas, na eleição suplementar de Mossoró, será o Partido da República (PR). Como o DEM já definiu que o nome ao novo pleito será a prefeita afastada Cláudia Regina, falta definir quem será o companheiro de chapa. E o blog conversou agora a pouco com o ex-secretário estadual de Turismo, empresário Renato Fernandes – que comanda o PR mossoroense.

Ele disse que está analisando o quadro. Contudo, frisou algo que considera importante; “acho que podemos ter surpresa com essa data de 4 de maio. Nenhum mérito foi julgado. Como marcar uma eleição numa incerteza dessa?”, questionou. E acrescentou: “estamos aguardando o quadro se definir. Estamos numa fase de reestruturação partidária.”

Perguntado sobre a definição do PR em Mossoró, Renato Fernandes foi enfático: “estamos aguardando o posicionamento da governadora.” Como a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) já anunciou que sua candidata é Cláudia Regina, falta apenas uma conversa para afinar o discurso com o PR.

E Renato Fernandes foi mais além e disse que o partido está esperando que todas as cartas estejam postas à mesa e ver quem tem o interesse em compor com o PR. E a deixa para isso veio depois: “Meu respeito pessoal é muito grande pela governadora. Tive todo o respeito por parte do grupo dela e em particular de Carlos Augusto. Tenho a gratidão com meu cartão de apresentação. Nunca cuspi no prato que comi. Entrei no governo dela com dois sentimentos: admiração e respeito. Saí com mais um: querendo bem.”

Não bastasse isso, e para corroborar a especulação de que o PR indicaria o companheiro de chapa de Cláudia Regina, Renato Fernandes fez outra colocação: “fui um dos poucos secretários que teve a coragem de defendê-la (Rosalba) e a seu governo até o último instante da minha permanência na equipe; E mesmo fora do governo tenho levantado a voz em defesa dela. Esse linchamento político tem fins particulares. Se dizem que ela está mal avaliada, se ela não tem mais o prestígio que tinha, porque é que tanta gente tem medo dela?”

Voltando ao tema central deste post, da provável aliança com o DEM em Mossoró, Renato Fernandes analisou: “mesmo estando pequeno nesse momento, pelas ingratidões de alguns para com o deputado João Maia, o PR dialoga com quem nos respeitar como políticos sérios e comprometidos. Trabalhamos com afinco para Cláudia Regina e como tal demonstramos nossa competência e lealdade.”

Para bom entendedor, ficou evidente que o PR tem tudo para compor chapa com o Democratas às eleições suplementares de Mossoró. Falta apenas a tal conversa. Falta definir.

Francisco Carlos anuncia afastamento da Câmara por dois meses


O anúncio de que irá se afastar do mandato na Câmara Municipal por dois meses, feito pelo vereador Francisco Carlos (PV), atiçou. Mossoró vivencia calendário eleitoral posto pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e já se tem cinco nomes pré-definidos à disputa pela Prefeitura Municipal: Cláudia Regina (DEM), Francisco José Júnior (PSD), Larissa Rosado (PSB), Gutemberg Dias (PC do B) e Josué Moreira (PSDC). Destes, Francisco Carlos tem sido especulado para compor com o prefeito em exercício.

E, como o PV anunciou apoio recente a Francisco José Júnior, o afastamento de Francisco Carlos casa com a especulação: ele seria o nome para compor a chapa do PSD. Foi o que se entendeu. Mas o vereador disse ao blog que vai se afastar das funções parlamentares para se dedicar ao curso de Doutorado que está fazendo. Ele enfatizou que precisa concluir o pré-projeto a ser apresentado. O curso tem duração de quatro anos e na metade é preciso definir a linha de pesquisa a seguir na outra metade. E é isso que ele afirmou que irá fazer.

O porém é que a eleição suplementar, se vier a ocorrer, será relâmpago. De campanha curta. Bem no estilo “vapt-rupt”. Nada que possa atrapalhar na elaboração do pré-projeto. Entende o blog. E também é o que entende meio mundo de gente.

Henrique adota ditado 'faça o que eu digo...'


Deixe ver se o blog entendeu direito: o deputado federal Henrique Eduardo Alves – que preside a Câmara dos Deputados – pode “garantir” a sua vaga na Casa ao primo, o deputado estadual Walter Alves (PMDB) e se candidatar ao Governo do Estado.  Entende-se que qualquer outro nome que passe a compor a chapa de Henrique teria o mesmo direito. Não é isso? Ledo engano. E foi assim, no sentido do mesmo direito, que pensou o deputado federal João Maia (PR), tido como candidato a vice-governador de Henrique.

João Maia reuniu o seu partido e anunciou que a sua irmã, Adelaide Maia (PR), disputaria vaga na Câmara Federal. João se responsabilizaria para garantir os votos necessários. E o mandato, obviamente, ficaria em casa. Do mesmo jeito que ocorre com Henrique Alves, que “elegeria” Walter Alves para a sua vaga na Câmara Federal.

Ocorre que não foi bem isso que Henrique Eduardo Alves teria planejado. Ele não contava que João Maia resolvesse “ficar” com o mandato e tratou logo de frear, de brecar o arrumadinho que seria lançado nesta sexta-feira: a chapa completa com Henrique ao Governo, João Maia como vice e a ex-governadora Wilma de Faria (PSB) ao Senado

Henrique havia pensado em algo que não englobaria a manutenção do mandato na Câmara Federal à casa de João Maia. Henrique Alves pensou primeiro nele. Depois nele e, por último, nele também. A vaga de João Maia teria sido “destinada” ao filho do presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Ricardo Motta (PROS), vereador natalense Rafael Motta (PROS). Mas Henrique só esqueceu de combinar com João Maia.

O que o blog entendeu é que Henrique Alves pode tudo. Até lotear mandato que não é dele e, consequentemente, a vaga. Ele também entendeu que estaria fazendo um “favor” a João Maia. E a retribuição seria justamente a vaga que o republicano ocupa hoje na Câmara Federal.

Percebe-se que o tal chapão pensado por Henrique Eduardo Alves não vai vingar. São interesses diversos, mas o que tem que vigorar é somente o dele. Henrique evidencia que enxerga só o próprio umbigo e quem quiser que se vire. Aceita a imposição ou cai fora.

E João maia deve ter percebido a jogada ao anunciar que a irmã iria “ocupar” sua vaga. Ficou com o discurso, já que concedeu entrevista afirmando que seria o vice de Henrique. Se o presidente da Câmara Federal não cumprir o acordo, João Maia tende a meter o cipó. E traição será a menor palavra a ser utilizada.

sábado, 22 de março de 2014

DEM decide pela candidatura de Cláudia Regina


O Democrata decidiu: se houver eleições suplementares em Mossoró a candidata será Cláudia Regina. A prefeita eleita em 2012, depois cassada e afastada pela Justiça Eleitoral, recebeu o aval na reunião com a governadora Rosalba Ciarlini, ocorrida neste sábado (22), em Natal.

O presidente do DEM de Mossoró, ex-deputado Carlos Augusto, presente ao encontro, chancelou a decisão. Também participou da reunião o esposo de Cláudia, bancário Vágner Azevedo.

A partir de agora, o grupo vai articular a formação da chapa, buscando outros partidos para fortalecer o palanque.

Em 2012,  Cláudia teve como vice um nome do PMDB, advogado Wellington Filho. Agora, porém, o quadro política está diferente. O PMDB, que saiu da base do governo Rosalba, já fez a travessia para a oposição e deverá fechar aliança com o PSB da deputada federal Sandra Rosado.

JUSTIÇA
Cláudia Regina entende que terá condições jurídicas de disputar as novas eleições, uma vez que os processos de cassação ainda não transitaram em julgado. Ela tem recebido orientação da assessoria jurídica, que acena para o direito de disputar o pleito.

A situação de Cláudia é a mesma da deputada estadual Larissa Rosado (PSB), que também teve o mandato cassado e os direitos políticos suspensos, mas sem o trânsito em julgado. Ou seja, se uma pode, a outra também poderá.

Fonte; Blog do César Santos

NOTA DO BLOG: Com a definição do Democratas, passa-se a contar com cinco candidatos tidos como certos: Cláudia Regina (DEM), Larissa Rosado (PSB), o prefeito em exercício Francisco José Júnior (PSD),. Gutemberg Dias (PC do B) e Josué Moreira PSDC.

Destes nomes postos, apenas Larissa Rosado e Francisco José Júnior teriam fechado chapa, mas seus companheiros de chapas só serão anunciados nas convenções de seis partidos que homologarão suas candidaturas.

A carreira, de todos eles, agora se centraliza na busca por um vice. A semana tende a ser crucial às definições das chapas.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Aliança PSB/PMDB terá que esperar até o dia 28

Indícios de chapas fechadas às eleições suplementares existem aos montes, mas nada de concreto. A começar pela que envolve a deputada estadual Larissa Rosado (PSB). Alguns têm afirmado que será Larissa e o presidente da Câmara Municipal, Alex Moacir (PMDB), como vice. Mas ele já negou a existência de definição. Decidir algo antes do que quer a executiva estadual peemedebista seria insensato. Até porque não se bateu o martelo: não se tem nada concreto de que o presidente da Câmara Federal, Henrique Eduardo Alves (PMDB), vá disputar o Governo do Estado e tenha a ex-governadora Wilma de Faria (PSB) como candidata ao Senado na chapa.

Além disso, foi aprazada para o dia 28 próximo a apresentação da chapa do PMDB ao Governo do Estado. Somente depois que isso acontecer é que se terá certeza de que PMDB e PSB seguirão juntos em Mossoró. Algo que o blog ainda duvida. E se seguir, vai vem rachadinho. O que não é bom para nenhum partido.

As eleições suplementares, agendadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para o dia 4 de maio, estão em cima. Mas toda e qualquer decisão apressada pode ser fatal para todos os pretensos candidatos que miram a Prefeitura de Mossoró.

No caso de Larissa Rosado, ela ainda não obteve o aval da Justiça Eleitoral para pensar em ser candidata. E só vai ter quando for fazer o registro de sua candidatura. Ela, para efeitos maiores, está inelegível, já que foi alcançada pela Lei da Ficha Limpa por decisão de um colegiado (o TRE manteve o cancelamento de seu registro de candidata em 2012 e suspendeu seus direitos políticos por oito anos).

Obviamente que, em se tratando de Direito, a deputada vai obter a tal liminar. E isso apressaria, em tese, o julgamento de processos que tramitam no Tribunal Superior Eleitoral. O blog não vai entrar nessa questão. Até porque entende que Larissa, assim como todos os demais pretensos candidatos, têm o direito de buscar o respaldo da Justiça para fazer valer alguma coisa. É apenas um exemplo de como nada está definido ainda. Muito menos a aliança PSB/PMDB.

Cláudia reafirma desejo de sair candidata novamente

A entrevista concedida pela prefeita afastada Cláudia Regina (DEM) ao jornalista César Santos, do Jornal de Fato e veiculada na edição de hoje, mostrou que ela vai para o tudo ou nada. Algo que o blog já havia dito antes. E Cláudia disse também que disputará a Prefeitura de Mossoró novamente. Ela foi comedida e ao ser questionada sobre o trabalho que vem sendo feito pelo prefeito em exercício Francisco José Silveira Júnior (PSD), disse que poderia até falar, mas o que dissesse poderia apresentar algum teor político.

Entende-se que Cláudia preferiu guardar o que tem a dizer na campanha que se avizinha. Curta, é verdade, mas todos os que vão disputar a Prefeitura de Mossoró terão o mesmo espaço. Seja aqui no blog ou em qualquer outro meio de comunicação da cidade. Mas o sentido maior se volta ao programa eleitoral no rádio e na TV.

Faltando poucos dias para o período de convenção partidária, Cláudia Regina já teria recebido o aval da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) para ir novamente às ruas. Falta definir o vice. Quem será? Ruth Ciarlini? Patrícia Leite? Não se sabe. O nome até já teria sido definido, mas vem sendo guardado a sete chaves. Nada vazou e ninguém diz nada.

Do lado oposto, outras candidaturas estão sendo postas: a do prefeito interino Silveira Júnior, que decidirá por uma composição na majoritária pelo PT ou PV, e da deputada estadual Larissa Rosado (PSB), que não tem ainda o vice definido. Fala-se em Alex Moacir, mas ele já descartou tal definição.

Como se percebe, tudo é vago e o que se disser agora pode não ser concretizado. Até o prefeito em exercício tem dito que não sabe se é candidato ou se terá nova eleição. E ele está certo. Vai que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) altere a previsão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Até porque o Tribunal Regional ainda não solicitou verbas ao TSE para a realização do pleito fora de época. E falta pouco tempo para a população ir às urnas. A eleição deve acontecer em 4 de maio. Mesmo assim, a incerteza ainda ronda o assunto.

Qualquer prognóstico que for feito agora poderá ser em vão. Mas sondagens já estão sendo feitas. Pesquisas estão em campo. Tudo para seguir o rito de eleição. Se acontecerá, ninguém sabe.

Alex Moacir descarta definição de chapa com o PSB

Apesar da vontade dos líderes municipais do PSB, de provocarem e intensificaram a formação da chapa PSB/PMDB, não existe nenhuma deliberação da executiva estadual peemedebista nesse sentido. A afirmação foi feita ao blog pelo presidente da Câmara Municipal, Alex Moacir – que vem sendo apontado como provável candidato a vice de Larissa. Segundo Alex, nada do que foi publicado pela imprensa procede. E disse que até a noite da quarta-feira passada a executiva estadual pediu que o PMDB de Mossoró esperasse mais um pouco antes de qualquer anúncio formal relacionado à composição para provável eleição suplementar.

“Não tem nada fechado. A presidente do partido, Izabel Montenegro, em nenhum momento declarou que está com Sandra (Rosado)”, disse Alex Moacir ao blog, acrescentando que continua aguardando as decisões e que seguirá as orientações do partido.

Na quarta-feira o PMDB mossoroense se reuniu e alguns posicionamentos foram externados. Apenas preferências pessoais por pretensos candidatos. Alex Moacir evitou comentar sobre tais posições. Mas, seguindo o que vem se especulando pela imprensa, a ex-prefeita Fafá Rosado, o vereador Claudionor dos Santos e o suplente de vereador Zé Peixeiro devem ter dito que não seguiriam com o PSB.

Sobre a decisão do PV, Alex Moacir disse que havia entendimento do PMDB com o Partido Verde, que procurou os peemedebistas, no sentido de se afinar o discurso e definir que para onde um fosse o outro iria também.

Ocorre que, segundo Alex, o PV resolveu adiantar seu caminho e declarou apoio ao prefeito em exercício Francisco José Silveira Júnior (PSD). Entendeu-se que o PMDB também iria, mas não é bem isso que acontecerá. “O PV decidiu tomar seu caminho e a gente ainda está aguardando a decisão da executiva estadual”, afirmou o presidente a Câmara Municipal ao blog.

Antes de comunicar que PMDB e PV seguiriam juntos, os pevistas se reuniram com o grupo político liderado pela deputada federal Sandra Rosado e propôs parceria política, na qual o PSB indicaria Larissa Rosado como candidata e o PV indicaria João Gentil (presidente local do PV) como vice. As negociações não vingaram, até porque o PSB afirmou que não poderia fechar chapa sem conversar com os demais partidos e avisou que estava dialogando com o PMDB.

Entende-se que ao propor união com o PMDB, o PV queria a formatação de uma chapa encabeçada pelo PMDB e indicaria o candidato a vice. Algo que também não vingou. Até pelo fato da executiva estadual não ter definido nadica de nada sobre as eleições suplementares em Mossoró

O blog entende que a posição do PMDB sairá somente depois que se fechar a aliança para outubro próximo. Fala-se que haverá composição estadual PMDB/PSB, mas não há nada oficializado. Somente depois que o “prego for batido” é que se terá o desdobramento relacionado a Mossoró.

Será que Henrique Alves vai resistir?

O presidente da Câmara Federal, deputado Henrique Eduardo Alves – comandante do PMDB potiguar – terá que enfrentar velhos fantasmas. Os mesmos que inviabilizaram sua candidatura a vice do tucano José Serra à presidência da República em 2002. Henrique, dizem seus assessores, é candidato ao Governo do Estado agora. E ele terá que superar algo que fez com que o PMDB nacional o substituísse por Rita Camata em 2002: US$ 15 milhões no exterior, conforme publicação da revista IstoÉ naquele ano.

Não é a primeira vez que Henrique Alves se projeta para a disputa majoritária. Ele já tentou ser prefeito de Natal por duas vezes e foi derrotado em ambas. Tentou sair candidato a vice-presidente e tal projeto não se sustentou. Tentou se viabilizar para a disputa ao Governo do Estado e tal intenção naufragou. Isso quando ele era titular da SEGOV, criada pelo primo, então governador Garibaldi Alves Filho (PMDB) para que Henrique tivesse maior visibilidade. O plano não deu certo.



Agora Henrique Alves tenta mais uma vez chegar ao Executivo. As urnas, quando ele foi testado anteriormente, não foram boas com ele e evidenciaram que falta o perfil ao Executivo. Algo que ele, definitivamente, não tem, já que a sua vida política é marcada apenas por cargos legislativos.

Será que Henrique Eduardo Alves se sustenta agora? Evidentemente que escândalos do passado virão à tona. E os US$ 15 milhões virão com gosto de gás.

Ainda mais quando ele estará na chapa majoritária que terá a ex-governadora e vice-prefeita de Natal Wilma Maria de Faria (PSB) como candidata ao Senado. Sobre ela pesam inúmeras denúncias de corrupção em seu governo (quando esteve no Governo do Estado em duas gestões). Henrique vai suportar tamanha pressão? Sim, porque não se terá como separá-lo de Wilma. O marketing vai projetar, obviamente, Henrique e Wilma em uma mesma foto. E é aí que está a questão: os dois resistirão aos ataques que virão?

quarta-feira, 19 de março de 2014

Justiça eleitoral na procissão de São José

Bispo Dom Mariano Manzana na procissão desta quarta-feira

E a procissão de São José, realizada em Mossoró na tarde desta quarta-feira, contou com um ingrediente a mais: a equipe da Justiça Eleitoral. Estave a serviço para registrar toda e qualquer movimentação dos pretensos candidatos à Prefeitura de Mossoró e que poderão disputar no pleito suplementar de 4 de maio próximo. Casa abraço, cada aperto de mão e cada sorriso era um flash. Por sinal, flash foi o que não faltou, já que os membros da equipe estavam devidamente aparelhados para nada escapar.

E houve quem não gostou da presença da Justiça Eleitoral. É que ali não cabia este tipo de ação. Não se tratava de evento custeado por verba pública. Não se tratava de inauguração de obra pública. O momento foi de externar devoção a São José. Mas a Justiça Eleitoral deve ter feito outra leitura, já que enviou sua equipe para acompanhar todos os passos dos pretensos candidatos.

E houve de tudo: de gente com medo de cometer excesso, de gente que optou por seguir de carro. De gente que não estava nem aí para a fiscalização - se é que pode ser chamada assim - e não perdeu tempo. Afinal, não se pode desprezar eleitor ou fazer cara feia a quem está atrás apenas de uma palavra amiga. E também teve gente apenas para avaliar o grau de popularidade dos pretensos candidatos por meio do "palmômetro". E o blog, que não quer ser pego na "malha fina" da Justiça Eleitoral, não se atreve a comentar sobre quem levou a melhor ou a pior.

Quem perde e quem ganha

Quem mais perderá e quem mais ganhará com as novas eleições em Mossoró? Das alianças feitas em 2012, pelo que se vê até agora, nenhuma se repetirá. O PSB perdeu o PDT, o PT, o PSD, o PC do B. O DEM perdeu o PMDB e o PV. O PSD ganhou o PDT, PT e o PV. O PSB ganhou o PMDB. Mas será que a nova fórmula relacionada às composições que se especulam garantirá sucesso para algum lado? Eis a questão.

As eleições de 2012 mostraram que nem sempre leque grande de partidos é sinônimo de vencer. Quantidade não é qualidade. E, assim sendo, resta saber se quem conseguir cooptar maior qualidade de lideranças irá, consequentemente, levar a melhor em 4 de maio. Se houver novo pleito. Até porque falta a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Contudo, pelo sim, pelo não, melhor os pretensos candidatos fazer o que estão fazendo: agregando apoios e fechando chapas.

Vamos aos nomes: a começar por quem está na Prefeitura de Mossoró. O prefeito em exercício Francisco José Silveira Júnior (PSD) poderá optar pelo PT e PV na composição da chapa. Até pouco tempo a presença de um petista como candidato a vice era tida como certa. Mas houve mudança: a entrada do PV, que chegou com “gosto de gás” e poderá indicar o vice de Silveira. Especula-se que será o vereador Francisco Carlos.

Será uma boa chapa? Sem dúvida. Competitiva? Bom, os números de 2012 mostram que sim. Se os votos obtidos pelo Partido Verde, pouco mais de 19 mil votos, forem levados em consideração...

Agora vem o PSB, da deputada estadual Larissa Rosado. Ela é, sem dúvida, bem conhecida do eleitor. Afinal, a cada dois anos participa de eleição e disputou, por três vezes, a Prefeitura de Mossoró. Vai para a quarta tentativa. Desta vez Larissa surge com um diferencial: o PMDB, que obteve votos quase igual ao PV, pouco mais de 19 mil votos. E tem o mesmo número de vereadores que o PV: três.

Boa chapa? Sem dúvida. Competitiva? Repete-se aqui a resposta dada ao PV. E o diferencial também acompanha essa questão: o PMDB tende a não seguir unido. Uma parte ficará com Larissa e outra, com Francisco José Júnior. É o caso da ex-prefeita Fafá Rosado (PMDB).

Agora vem o DEM, com a prefeita afastada Cláudia Regina. Ela foi quem mais perdeu nessa questão toda. Depois de decisões judiciais que culminaram com seu afastamento do cargo, Cláudia Regina se viu envolta a uma série de ações. Algo que a deixou, digamos, sem tempo para pensar no aspecto político e agora esse fator surge com maior afinco: ela terá que procurar manter apoios antigos e atrair novos (ou antigos, os que migraram para outros lados).

Em 2012 ela teve apoio forte do PMDB, que indicou o seu vice, o advogado Wellington Filho. Agora não terá o mesmo respaldo. E surge a questão: o DEM sairá com chapa puro-sangue? Se for, não seria nenhuma surpresa. Até porque tal quadro aconteceu em épocas passadas. Foi assim em 2004 e em 2008. Em 200 Cláudia foi a vice de Fafá Rosado. Quatro anos depois, o DEM indicou Ruth Ciarlini como vice, também de Fafá.

E Ruth Ciarlini é uma dos nomes especulados à composição da chapa a ser encabeçada por Cláudia Regina. Para tanto, Cláudia precisa obter uma liminar que lhe garanta participar do pleito suplementar. Assim como Larissa Rosado.


E como processos ainda tramitam em Brasília, o alvoroço que se criou em Mossoró, os quais culminaram com a indicação de eleição suplementar, o novo pleito pode não acontecer agora. É uma possibilidade. E, como tal, todos os envolvidos na eleição de 4 de maio sabem disso. Não é novidade. Mas é preciso agir. É preciso firmar alianças e pensar em chapas. Pois assim como nova eleição pode não acontecer, pode acontecer do mesmo jeito. Daí a necessidade de se conversar e buscar entendimentos para definição de candidatos. Até porque o calendário eleitoral foi elaborado e está em vigor. Se valerá, é outra história. Mas se existe, tem que ser cumprido.

Sandra: 'visita cativa' de Henrique Alves em Brasília

Parece que as idas constantes e frequentes da deputada federal Sandra Rosado (PSB) ao gabinete do presidente da Câmara Federal, deputado Henrique Eduardo Alves – que comanda o PMDB no Rio Grande do Norte – surtiram efeitos: o PMDB vai mesmo indicar o candidato a vice na chapa encabeçada por Larissa Rosado às eleições suplementares.

O blog recebeu a informação de que Sandra era “visita cativa” de Henrique e que às vezes ia sozinha, outras com o marido, o ex-deputado federal Laíre Rosado (PSB). Em algumas, ia com a deputada estadual Larissa Rosado. O intuito, obviamente que não poderia ser outro: ter o PMDB na aliança em Mossoró.

E parece que deu tanto certo que o PMDB já definiu essa aliança e teria indicado (ainda sem informação oficial) o presidente da Câmara Municipal mossoroense, Alex Moacir (PMDB) para ser o companheiro de chapa de Larissa.


O blog tentou conversar ainda a pouco com Alex Moacir, mas o celular dele estava desligado ou fora da área de serviço.

Todos na procissão de São José

E hoje é dia da procissão de São José, organizada pela Paróquia de São José, pelas ruas dos bairros Bom Jardim e Paredões. Diz a sabedoria do homem do campo que quando chove em 19 e março é sinal de bom inverno. E o dia amanheceu nublado, anunciando as famosas águas de março. Bom sinal.

Mas também será na procissão que outro sinal virá: é que todos os pretensos candidatos à Prefeitura de Mossoró nas eleições suplementares que serão (?) realizadas em 4 de maio próximo se encontrarão. Quando o blog fala assim, e entenda-se que não será uma reunião, é que a prefeita afastada Cláudia Regina (DEM), o prefeito em exercício Silveira Júnior (PSD), a deputada estadual Larissa Rosado (PSB), o geólogo Gutemberg Dias (PC do B), além de vereadores e prováveis companheiro de chapas dos pretensos candidatos, todos participarão da procissão.

Trata-se de uma espécie de termômetro para medir quem é mais popular. Quem é o "queridinho" ou "queridinha" da população. Claro que o momento não é político, mas político que se preza não pode perder momentos de ser vistos. Afinal, quem não é visto não é lembrado. Portanto, é hora de colocar a roupa nova na "baia" e gastar um pouquinho da sola de sapato.

O PMDB seguirá com o PV em Mossoró?

Em 27 de fevereiro passado o blog postou notícia dando conta de que tinha saído o primeiro entendimento político de Mossoró para as eleições suplementares ( veja aqui). Na terça-feira (ontem), o PV anunciou apoio ao prefeito em exercício Francisco José Silveira Júnior (PSD). E agora vem a questão: será que o PMDB vai junto? Se PV e PMDB haviam acertado que para um fosse o outro também iria, o blog crê que não existe o que duvidar.

Contudo, não é bem assim que a coisa anda. Como se diz por aí, o "buraco é mais embaixo". Ainda mais em política, cujas decisões e definições mudam como as nuvens. Mas nunca se pode duvidar de ninguém. Se os líderes municipais dos dois partidos se reuniram a anunciaram que estariam juntos, quem pode duvidar disso?

Agora cabe ao PMDB dizer se estará ao lado do PV e, consequentemente, com o prefeito em exercício Silveira Júnior. Caso afirmativo, o PMDB tem tudo para indicar o companheiro de chapa de Silveira. No caso o presidente da Câmara Municipal, Alex Moacir. Caso contrário, ele deverá ser mesmo o vice da deputada estadual Larissa Rosado (PSB).


E se o PMDB não acompanhar o PV, este tem tudo para indicar o candidato a vice de Silveira. Tomaria o espaço tido como certo como sendo do PT. E o nome do PV poderia ser o vereador Francisco Carlos, que é da ala que segue a ex-prefeita Fafá Rosado (PMDB), que ficaria com Silveira caso seu partido se embandeirar para o lado do PSB.

terça-feira, 18 de março de 2014

Suplementar e a movimentação de bastidores

Está todo mundo fechando equipes, conversando com marqueteiros, idealizando datas para as convenções partidárias. Tudo segue o rito e o calendário das eleições suplementares em Mossoró, datada para 4 de maio próximo. Se acontecerão, isso é outra história. Pelo sim, pelo não, o melhor é se prevenir. E a prevenção é esquematizar locais da convenção, marketing, assessoria de imprensa e assessoria jurídica. Claro que a composição da chapa, sendo esta a primeira medida que está sendo tomada pelos pretensos candidatos à Prefeitura de Mossoró.

Evidentemente que ninguém vai assumir que está conversando com alguém. Este tipo de afirmações não se faz, principalmente à imprensa. Mas isso não quer dizer que não se saiba do que está acontecendo.

O prefeito em exercício Silveira Júnior (PSD), que diz não saber se haverá nova eleição ou que se será candidato, trabalha para agregar valores políticos à sua chapa. Não se sabe ainda quem será seu vice. Falou-se no jornalista Crispiniano Neto (PT), mas o blog ainda duvida que exista tal definição.

A deputada estadual Larissa Rosado (PSB) tem circulado em eventos públicos, acentuado visitas aos bairros e, quando pode, faz questão de estar ao lado do presidente da Câmara Municipal, Alex Moacir (PMDB). Aludindo à leitura de que ele será o seu candidato a vice. Mas não se tem nada definido. Tudo pode acontecer. Até mesmo de Alex também disputar a Prefeitura na cabeça de chapa e em linha própria.

A prefeita afastada Cláudia Regina (DEM) tem focalizado reuniões com sua assessoria de imprensa. O blog foi informado que ela teria participado de outra reunião, desta vez para discutir a questão de marketing e estratégias. Diversas, por sinal. E a principal não se trata de nova eleição. Os olhos se direcionam ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e com base no resultado do último processo que tramita no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Será uma 'gracinha'

A eleição suplementar em Mossoró tem tudo para ser "divertida." Será divertido acompanhar discursos e compreender os motivos de que o que se diz é são apenas palavras ao vento. O que foi dito ontem, hoje não vale nada. E o que se dirá amanhã vai ser algo totalmente diferente. Como as pessoas mudam, alguns diriam. Outros apostariam fichas no velho e bom colírio: passaram a enxergar melhor o mundo, as pessoas e as coisas.

Essa é a política que conhecemos. Vejam o caso do PMDB potiguar, que passou três anos defendendo a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) com unhas e dentes. Hoje é o seu principal adversário. Também o caso do presidente nacional do Democratas, senador potiguar José Agripino Maia, que agora projeta que ela não terá espaço para tentar a reeleição.

Aí vem uma dúvida com relação a Agripino: como é que ele vai encarar o Congresso Nacional ao vetar, ao esculachar sua única governadora no Brasil? Como é que o DEM quer aumentar seus espaços se não está alinhado com sua única governadora? Como vai aumentar seus espaços na Câmara Federal e na Assembleia Legislativa se não terá candidato ou candidata ao Governo do Estado?

E é aí que entra Mossoró. Como se percebe, PMDB e DEM estão com o mesmo discurso. E como será o discurso deles em caso de eleição suplementar na segunda maior cidade do Rio Grande do Norte? Sim, quer queira ou não, o pleito “fora de época” será uma espécie de vitrine para as eleições de outubro.

PSB e PMDB juntos... Quem diria... O mesmo vale com o DEM: apoiando o PMDB e PSB no plano estadual... Quem diria.  Por isso que o blog diz que os discursos em Mossoró serão engraçados.

Como Henrique, Agripino, o ministro Garibaldi Filho (PMDB), o vice-governador Robinson Faria (PSD) e a própria governadora Rosalba Ciarlini vão se comportar?


Como diria Hebe Camargo: será uma ‘gracinha”!

quinta-feira, 13 de março de 2014

Assessoria do prefeito de Rafael Fernandes recorrerá ao TRE

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) cassou o mandato do prefeito de Rafael Fernandes, José Nicodemo Ferreira Júnior, na quarta-feira última. Em tese, ele seria afastado do cargo, mas sua assessoria de imprensa informou agora a pouco que os advogados dele irão recorrer da sentença.

Em nota enviada à imprensa, a assessoria diz que o resultado não é definitivo. O que é verdade. Até porque cabem recursos. E a assessoria também informa que o prefeito recebeu a decisão com tranquilidade e que ele permanecerá no cargo.

O gestor tem a completa convicção que a justiça vai acontecer, assim como, ele terá todas as condições legais para atuar na função a qual, com legitimidade, foi incumbido pela maioria do povo de Rafael Fernandes”, disse a assessoria.

Os advogados do prefeito, conforme a assessoria de imprensa, estão estudando ajuizamento de um recurso no próprio Tribunal Regional e que ele permanecerá exercendo suas funções até o julgamento final do recurso.


“Desta forma, o Prefeito Nicó Júnior, tem confiança na Justiça e acreditam que o resultado favorável será restabelecido nas instâncias superiores. Nicó Junior agradece o apoio incondicional que vem recebendo de amigos e correligionários e de todos aqueles que acreditam no trabalho sério e competente que ele vem realizando ao longo dos últimos anos em Rafael Fernandes”, disse a assessoria.

OAB espera receber mais fraldas para o Amantino Câmara

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), subseccional Mossoró, realizará mais uma entregada de fraldas geriátricas no Abrigo Amantino Câmara. A ação é desenvolvida através do projeto Fralda Solidária, que tem contribuído para amenizar as dificuldades enfrentadas pelos idosos que vivem no abrigo. Qualquer pessoa pode contribuir. As doações podem ser feitas na OAB, que fica no bairro Nova Betânia.

O projeto Fralda Solidária vem sendo desenvolvido pela Comissão OAB em Ação. As doações são feitas pelos advogados e outras pessoas da comunidade, que se dispuseram a contribuir com uma causa tão importante.
A próxima entrega ocorrerá na terça-feira (18), mas as doações não foram encerradas. A OAB Mossoró fica na rua Rua Duodécimo Rosado, 1125, bairro Nova Betânia (zona norte). O CEP, para quem quiser enviar pelos Correios, é o 59.607-020. Qualquer quantidade será recebida.

A advogada Luciana Roberta Nunes Ferreira, presidente da Comissão OAB em Ação, faz um apelo para que a sociedade contribua: “Eles precisam da nossa ajuda. Cada um ajuda da maneira que pode. Quem tem mais condições, doa mais fraldas. Quem só pode doar um pacote, doa. O importante é ajudarmos aquelas pessoas, que precisam da nossa contribuição. Eles já enfrentam muitas dificuldades inerentes à idade e muitos foram abandonados pelas suas famílias”, destaca Luciana Roberta.


Fonte: Assessoria e Imprensa da OAB/Mossoró

Prefeituras vão pagar mais R$ 1,5 milhões em precatórios

Depois de negociar com mais cinco prefeituras de várias regiões do estado, a juíza do trabalho Lisandra Cristina Lopes definiu um calendário de pagamento de R$ 1.587.300,00 de precatórios trabalhistas.

Na primeira audiência de conciliação, com o município de Passa e Fica, o prefeito Pedro Augusto Lisboa negociou a dívida de R$ 102.300,00 em onze parcelas de R$ 9.300,00, a partir de maio deste ano.

O prefeito de São Fernando, Genilson Medeiros Maia, vai pagar R$ 52 mil por dois precatórios do município, em treze parcelas de R$ 4 mil, entre os meses de março de 2014 a março de 2015.

Outro município que também parcelou sua dívida de R$ 53 mil em precatórios foi o de Tenente Laurentino Cruz. O prefeito Francisco Dantas de Araújo vai pagar dez parcelas de R$ 5.300,00, entre março e dezembro deste ano.

O precatório de maior valor foi o do município de Frutuoso Gomes. O prefeito Lucídio Jácome Ferreira parcelou sua dívida de R$ 1 milhão 170 mil em 60 parcelas de R$ 19.500,00, começando em abril de 2014 e terminando em março de 2019.

As audiências de conciliação desta semana foram encerradas com a negociação do prefeito de Vera Cruz, João Paulo Pinho Cabral, que vai pagar sua dívida de R$ 210 mil em parcelas mensais no valor de R$ 15 mil, entre agosto deste ano e setembro de 2015.

O TRT-RN ainda vai realizar, no próximo dia 20 de março, mais nove audiências de processos de precatórios de 2014 com os municípios de Baraúnas, São Paulo do Potengi, Alto do Rodrigues, Governador Dix-Sept Rosado, Boa Saúde, Messias Targino, Ipanguaçu e  Portalegre.

Só neste ano de 2014, o Tribunal do Trabalho do Rio Grande do Norte já negociou pagamentos de precatórios em valores superiores a R$ 8 milhões.


Fonte: TRT/RN

Maiores municípios do RN tem prazo para concluir plano de enfrentamento do crack

O Comitê Estadual do Programa “Crack: é possível vencer” espera concluir e enviar ao Ministério da Saúde, até o mês de abril, os planos de enfrentamento dos três municípios pactuados (Natal, Parnamirim e Mossoró) para liberação dos recursos. O programa foi lançado pelo governo federal com a finalidade de prevenir o uso e promover a atenção integral ao usuário de crack, bem como combater o tráfico de drogas, atuando em três eixos: cuidado, prevenção e autoridade.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), através da Coordenação Estadual de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas, está envolvida com o eixo do cuidado (tratamento), cujas ações previstas serão desenvolvidas através da pactuação com os municípios de Natal, Parnamirim e Mossoró. O Comitê Gestor Estadual do Programa Crack é Possível Vencer se reúne mensalmente para articular estratégias para o cumprimento e os avanços pactuados.

Por ser uma prioridade da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), a meta é apresentar e discutir amplamente o programa de enfrentamento do crack durante os Fóruns Regionais da Rede, realizados em todas as Regiões de Saúde.  “A problemática do crack precisa ser enfrentada em todas as Regiões do estado e durante os fóruns pretendemos impulsionar a conclusão dos planos e extrair encaminhamentos para o enfrentamento”, explica à psicóloga Liége Uchoa.

Entre as ações previstas estão a estruturação de Centro de Apoio Psicossocial 24 horas (CAPS III e CAPS Álcool e outras drogas III), Consultório na Rua, leitos especializados em hospitais gerais e Unidades de Acolhimento Adultoe Infanto Juvenil em Parnamirim e Mossoró.

O município de Natal será beneficiado com um CAPS III para cada Distrito, um CAPS Infantil para a Zona Norte, Unidades de Acolhimento Adulto e Infanto Juvenil na zona Norte e zona Oeste, além de consultório na rua e leitos especializados em hospitais gerais.

Programação dos Fóruns Regionais da RAPS:

1ª Região: 18/03 (Nova Cruz)

2ª Região: 01/04 (Mossoró)

3ª Região: a definir

4ª Região: 20/03 (Parelhas)

5ª Região: 25/04 (São José de Campestre)

6ª Região: 08/05 (Pau dos Ferros)

7ª Região: 13/03 (Natal)

8ª Região: 15/05 (Assu)


Fonte: Femurn

quarta-feira, 12 de março de 2014

Mandato do prefeito de Grossos está por uma "peinha'

O mandato do prefeito de Grossos, José Maurício Filho (PMDB), está por uma "peinha". É que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou recurso de Embargo de Declaração, no qual os advogados do prefeitos pleitearam o arquivamento do processo movido pela coligação "Grossos cada vez melhor", que defendeu a candidatura do ex-vereador Marcos Alexandre em 2012.

O processo movido contra José Maurício, que é irmão do ex-prefeito João Dehon da Silva, se refere ao fato refere ao fato de ter havido mudança de candidato no último momento do dia 6 de outubro de 2012. João Dehon era o candidato, mas acabou caindo em virtude da Lei da Ficha Limpa. José Maurício foi escolhido para ser o nome. Acabou eleito.

Ocorre que a assessoria jurídica de Marcos Alexandre questiona o fato de não ter havido ampla divulgação da substituição. José Maurício também estava impedido de participar de movimentações políticas por causa de processo eleitoral movido contra ele bem antes.

Apesar dos argumentos dos advogados do prefeito de Grossos terem sido rejeitados, não se tem garantia de que José Maurício será cassado.


Em caso de cassação do mandato do prefeito, quem assume a Prefeitura de Grossos é o segundo colocado nas eleições municipais de 2012. No caso o ex-vereador Marcos Alexandre.

terça-feira, 11 de março de 2014

'Ela é quem tem que viabilizar sua candidatura'

Único deputado estadual presente no lançamento do programa RN Sustentável, na manhã desta segunda-feira pela governadora Rosalba Ciarlini (DEM) em Mossoró, José Adécio (DEM) evitou o tom contundente que marcava a suas entrevistas até pouco tempo e quando era perguntado sobre candidatura à reeleição de Rosalba. Na conversa mantida pelo blog com o parlamentar, ao lado do jornalista Bruno Barreto, do jornal O Mossoroense, Adécio deixou claro que o futuro político de Rosalba depende dela mesma. E afirmou que ela precisa se viabilizar. Viabilizando-se, Rosalba teria o respaldo do seu partido, o Democratas. Mas José Adécio também evitou apresentar qualquer prognóstico e afirmou que quem poderia se manifestar seira o próprio DEM. Ou seja, o seu presidente, o senador potiguar José Agripino Maia. A única certeza que José Adécio tem é a de que será candidato à reeleição. Leia abaixo:

O RN Sustentável é virada do governo Rosalba Ciarlini?
Essa parte do RN Sustentável eu não diria que é uma virada do governo. É uma obra de governo. o RN Sustentável é uma obra de recursos acentuados que vão, na verdade beneficiar muito a saúde, educação e segurança, e também o homem do campo. 

Como o senhor vê o relacionamento atual da governadora com a bancada na Assembleia Legislativa?
A bancada da governadora, do partido, é (composta pelo) deputado Getúlio Rego, deputado José Adécio e pelo deputado Leonardo (Nogueira). Nós somos do partido e, até o momento, aquilo que a governadora tem encaminhado para a AL e que é do interesse do RN tem o nosso apoio. Então ela continua com o apoio de Getúlio, José Adécio e Leonardo na AL.

Há um silêncio da bancada governista no momento das críticas...
Tem certos tipos de assuntos, e sou político que o RN me conhece. Estou há 38 anos ininterruptos na vida pública. Me envolvi quando tinha 20 anos de idade, fui secretário do governo José Agripino e estou no sétimo mandato consecutivo e já tendo sido presidente da AL. Essa história de experiência tem certos momentos em que as críticas que a oposição faz a qualquer governo, seja Rosalba, Agripino, Geraldo Melo - e já fui deputados nesses governos... Quando é uma crítica construtiva, ela (a bancada) tem que concordar. Não são críticas à pessoa da governadora e a bancada tem que concordar. Mas a bancada tem se posicionado: eu, Getúlio e Leonardo também. Não podemos, a toda hora, com deputado de oposição - até porque fui oposição em vários governos... Não vejo que o governo não tenha defesa. O líder do Governo (Getúlio Rego) tem feito e eu tenho feito defesas muito boas da governadora... Leonardo Nogueira também... A defesa de governo é mais obrigação e dever do líder do Governo e Getúlio tem defendido o governo.

O senhor concorda que as críticas da oposição são justas?
Na maioria não e outras, sim. Há críticas que não podemos esconder a verdade. A segurança é um problema no RN, no Brasil e no mundo. E quando a oposição critica e quer melhorias, de modo geral, precisamos achar que precisa. Mas não é só no Rio Grande do Norte. É no Brasil e no mundo.

O senhor acha que o fato do novo secretário de Segurança ser um general (do Exército) significa que haverá melhoria?
General é general em todo canto. Mas é um assunto que não entro. Até porque tomei conhecimento da exoneração (do ex-secretário) e da posse do atual pela imprensa.

O deputado Nelter Queiroz chegou a dizer que o governo Rosalba acabou. O senhor acha que é exagero?
Acho. Conheço o deputado Nelter e antes dele chegar, conheci o pai dele. Ele exagera e acho que governo nenhum acaba antes de concluir o mandato. Na minha visão, o governo de Rosalba não acabou e acaba em 31 de dezembro de 2014.

O senhor defenderia a candidatura de Rosalba?
Isso é assunto do partido. Eu, por ser de partido, não posso falar. Quem tem que dizer se é candidata ou não é Rosalba Ciarlini. Posso dizer que nunca vi, em momento algum, o partido se posicionar contra a candidatura de Rosalba. Ela é quem tem que viabilizar sua candidatura e dizer se é candidata ou não. o partido, claro, que vai avaliar.

A prioridade é a chapa majoritária ou a proporcional?
É uma pergunta que preciso responder, porque não escondo nenhuma resposta. Em toda eleição, partidos visualizam a majoritária. A majoritária puxa a proporcional. Evidentemente que precisa de uma decisão partidária. Apenas sou um dos que votam.

A debandada de partidos do Governo não deixaria o DEM isolado para pensar nas chapas majoritária e proporcional?
Não sei se deixaria isolado. Até porque não tem nenhum candidato definido. O PMDB diz que vai ter candidato, mas ninguém sabe quem é o candidato. A única candidatura que se diz candidatura é a candidatura do meu ex-colega e vice-governador Robinson Faria (PSD). Está tentando viabilizar sua eleição. Não sabemos quem é o candidato do PMDB. Não sabemos quem são os candidatos a senadores. Não há definição. Evidentemente que a questão do DEM, e precisamos ser claro, temos a governadora e só ela pode dizer se é candidata Fica muito ruim e antiético eu, por ser deputado, dizer que Rosalba não é candidata. Até porque ela não disse isso a ninguém. Nunca ouvi ela dizer se é candidata ou não. Ela está dizendo que está voltada para administrar o Rio Grande do Norte. Se ela será candidata ou não, é uma pergunta que deve ser feita a ela.

Deputados da base afirmaram que o governo Rosalba era fechado e por isso houve a debandada de partidos. O Governo está mais aberto?
Há críticas de que o Governo é fechado. Eu mesmo, não sou deputado de viver subindo rampa de governo... Fui deputado de oposição. Só fui governo com José Agripino pela segunda vez, um ano com Wilma e agora com Rosalba. Então, isso para mim não tem muito significado. Quando vou ao Governo, solicito audiência e quando me é concedida, chego lá.

O senhor vai disputar a reeleição?
Sim, sou candidato mais uma vez a deputado. Ainda tenho como contribuir com algumas coisas para o Rio Grande do Norte.

Hospital Universitário é a grande ação do RN Sustentável em Mossoró

A grande ação do programa RN Sustentável em Mossoró será a construção de um Hospital Universitário, que será erguido em área do Campus Central da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. Foi o que afirmou a governadora Rosalba Ciarlini, quando do lançamento do programa agora a pouco no Hotel Villa Oeste.

Segundo a governadora, a construção do Hospital materno-Infantil será em parceria com a UERN. Ela afirmou que será um Hospital Escola Materno-Infantil. "Temos o Hospital da Mulher, que funciona em prédio que não é próprio", comentou a governadora, deixando claro que toda a estrutura do Hospital da Mulher será direcionada para o Hospital Universitário quando estiver concluído.

"Vamos ter um Hospital Maternidade e Hospital Infantil. Algo que Mossoró tem necessidade, anseia e que vai dar ampliação maior ao atendimento que já é feito pelo Hospital da Mulher", disse a governadora.

Leia mais na edição impressa do Jornal de Fato desta quarta-feira.

segunda-feira, 10 de março de 2014

O que Kelps Lima acha da farra da verba de Gabinete na AL?



O deputado Kelps Lima (Solidariedade), que de uma hora para outra se transformou no paladino dos bons costumes na política do RN, inclusive, fazendo campanha contra qualquer tipo de gasto do dinheiro público, bem poderia se pronunciar sobre a farra dele e dos colegas com a verba de gabinete.

Kelps gastou quase 300 mil reais com a dita verba, devidamente legalizada com notas fiscais e outros documentos.

O deputado, que é contra a publicidade do Governo do Estado do RN, mas a favor da publicidade de Assembleia Legislativa, que também é paga com dinheiro público, tem a obrigação de se pronunciar sobre a farra da verba de gabinete, que ele participa com os outros 23 membros da Casa.

Ou, se optar pelo silêncio, que não venha mais com lorota contra isso e aquilo, como se ele fosse um defensor do cofre público.

Aliás, Apodi já testemunhas alguns fatos e, garanto, não gostou. Isso da época que o prefeito era José Pinheiro, sogro do deputado Kelps Lima.


Fonte: Blog do César Santos

sábado, 8 de março de 2014

Alternativa do PMDB é apresentar candidatura própria

Alex Moacir é o nome do PMDB
E eis que o deputado estadual Leonardo Nogueira, do Democratas, acabou dando a deixa para que possamos entender o destino do PMDB. Ele afirmou, em entrevista concedida à rádio Difusora, que existem duas pedras no meio do caminho às definições do PMDB. A primeira, de que não teria como o partido se aliar ao Democratas, da governadora Rosalba Ciarlini. A segunda, de que teria dificuldades em compor com o PSB da deputada federal Sandra Rosado. É que o PMDB apoiou e esteve na chapa da prefeita afastada Cláudia Regina (DEM). Inclusive os líderes peemedebistas afirmaram, em 2012, que Cláudia seria o melhor nome para administrar Mossoró.

Assim sendo, o PMDB não teria como se embandeirar para o lado do prefeito interino Silveira Júnior (PSD), que apoiou a candidatura da deputada estadual Larissa Rosado (PSB) à Prefeitura de Mossoró em 2012. Seria uma contradição. Exatamente pelos motivos que Leonardo Nogueira afirmou: como o PMDB vai apoiar Silveira se ele estava com Larissa em 2012 e dizer agora que ele, Silveira, é o melhor nome? Eis a questão.
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E é com esse raciocínio que o blog vê apenas uma alternativa para o PMDB: lançar candidatura própria. E é aí que está a razão de toda a falta de posição do PMDB estadual. O deputado federal Henrique Eduardo Alves, presidente estadual da legenda peemedebista, teria feito tais afirmações a Leonardo Nogueira. Diante disso, a solução estaria no atual presidente da Câmara Municipal, Alex Moacir. Sem dúvida, um excelente quadro e, de início, já teria o respaldo político do PV. É bom lembrar que juntos, PMDB e PV contam com seis vereadores no Legislativo local.

Além disso, é um partido tradicional. E não foi à toa que na campanha eleitoral de 2012 a então candidata Larissa Rosado adotou o verde como sua cor. Ela queria os votos dos peemedebistas antigos, que ainda se baseiam em cores de candidatos para definirem seus votos.

O que o blog quer dizer é que o PMDB entra no jogo. E forte. E o nome com mais evidência e destaque, sem dúvida, é o de Alex Moacir.

Resta saber se Henrique Eduardo Alves vai topar a parada. Se ele vai "comprar a briga" com o PSB. Se Henrique estaria mesmo disposto a usar a influência que ele pensa ter, e realmente tem, para decidir pela candidatura de Alex Moacir à Prefeitura de Mossoró.